Garantir uma adequada desenvoltura e o sucesso,
é a grande responsabilidade do líder. Para tanto, basta
encontrar os objetivos e caminhos certos para sua empresa.
No marketing, encontramos o exemplo, nos famosos “4P”
– que constituem a conhecida estratégia do vencedor
– produto de qualidade, preço compatível, ponto de
distribuição fácil, e promoção, ou
seja, satisfatória divulgação no mercado, os quais
uma vez integrados, estabelecem uma complementariedade, ocasionando o
alcance dos objetivos desejados, tendo como premissa e
convicção “a força de uma corrente é
igual a força de seu elo mais fraco”.
Não pode faltar sustentação. É preciso que
se crie uma plataforma como retaguarda para que ofereça apoio
às atividades estratégicas e operacionais. Nos
últimos vinte e cinco anos, o mundo dos negócios tem
mudado muito. Seguidamente fecham, transformam ou criam novas empresas
em períodos encurtados.
“a força de uma corrente é igual a força
de seu elo mais fraco”.
A revolução tecnológica, a
globalização, a abertura de mercados e do sistema
financeiro geram chances enormes para produtividade e
inovação, gerando também um clima intenso e
agressivo de competição, volátil e difícil
de precisão.
Muitos conceitos, técnicas de ferramentas foram submetidos a
adaptação, sob pena da obsolescência. A
gestão do capital humano foi ampliada para
maximização do potencial de todas as pessoas da empresa,
realidade dos dias de hoje para competirem e crescerem.
Qual a decorrência deste fato? Observação
permanente do posicionamento dos líderes e seus modelos de
gestão, saber se aproveitar desse poder criativo, estimulando e
praticando democracia, participação, criatividade e
imaginação.
Com tais novidades, cresceu bastante a complexidade do mundo dos
negócios em relação a seus líderes.
São questões que se somaram aos compromissos anteriores,
sem pretensão de substituí-los, até porque
disciplina, foco e eficiência guardam sua importância em
todos os tempos.
Dentro deste contexto, alguns dilemas e aparentes
contradições, passaram a cobrar gestões tipo:
democracia e disciplina, inovação e foco, curto e longo
prazo, eficiência e criatividade. Além do mais, companhias
bem sucedidas costumam operar foco estratégico. Todavia, para
sobrevivência competências multifuncionais ou serão
esquecidas pelo mercado.
Chega a criatividade, em que pese restrições ou limites.
Nas duas situações, não adianta espernear, resta
administrar os conflitos. A visão integrada seria então a
idéia de que o melhor desempenho decorre da sinergia e
complementariedade de muitos fatores pessoais, processos,
estratégia, cultura, modelos operacionais, que atuem de forma
harmônica.
Por fim, a lição de Peter Drucker, o mestre, que definiu
com a competência necessária, eficiência e
eficácia. Muitas vezes fazemos bem feito, somos eficientes, mas
não somos suficientes. O mestre ensinou também que o
ideal reside em fazer bem feito, as coisas certas, ocasião que
nos tornamos efetivamente eficazes.