Toda ocasião que nos deparamos com processo
político-eleitoral, somos remetidos a algo de extrema
relevância – escolher e escolher correto – atitude
onde se faz presente a ética e a moral.
Indagações não faltam. Qual o melhor regime
possível? A República. Qual o melhor regime
realizável? As leis. O que significa competência em
matéria política? Ora, se o bem for uma idéia, a
justiça depende então do saber, visão
socrática. Platão, contudo diverge “quem conhece o
bem é o filósofo, logo o filósofo deve ser o
rei”.
De tudo isto, podemos concluir “a cidade onde reina o
filósofo é justa, o homem é feliz, vive conforme a
natureza, ainda que seja escravo”.
Um líder é um produto vivo, que deve ter uma
história isenta, exemplar, que inspire confiança e
resista a todo e qualquer tipo de avaliação.
Outra contestação é de que se os poderes forem
exercidos para satisfazer o interesse privado de uma só pessoa,
de um grupo ou de apenas uma classe social, este governo ou
liderança, está desvirtuado ou equivocado.
Elegeu o exclusivismo, deu as costas para o coletivo, se perdeu. Desta
deturpação deve ter surgido a palavra politicagem.
Geralmente se utilizam de todos os artifícios para enganar os
demais, fazendo uso de promessas e discursos falaciosos, cujos
méritos jamais serão materializados.
São lideranças vestindo capa de cordeiro, quando na
verdade são lobos. Um líder é um produto vivo, que
deve ter uma história isenta, exemplar, que inspire
confiança e resista a todo e qualquer tipo de
avaliação.
Ninguém compra mais de uma vez um mau produto. É uma
verdade. Todo homem deve ser olhado sem subterfúgios, na certeza
que pode ser bom ou mau, ter virtudes ou defeitos. Dizem que o que
diferencia o homem do animal é a consciência, com o
agravante, ao cometer o erro, o delito, faz conscientemente.
Dourar a pílula ruim não modifica seu lado
censurável. Por isto conclamamos a todos, principalmente o meio
empresarial, no sentido de uma conscientização em torno
do tema discutido. Há uma separação facilmente
constatada em todo o conjunto. Nem todos estão no mesmo barco.
A decisão é de cada um. Alguns órgãos
oficiais já denunciaram cidadãos detentores de condutas
não recomendáveis. Melhor é evitá-los,
antes que reste apenas o dilema do equívoco cometido e a
lamentação.
O conceito de poder reflete a idéia intuitiva de disputa.
Algumas pessoas conseguem mais que outras. A maioria das teorias assume
que o poder é desejado, que cada indivíduo assume
decisões que sejam consistentes com suas preferências e
identidades.
A distribuição de poder em uma sociedade é uma
distribuição de vantagens. Contudo, a premissa
padrão da democracia é a igualdade de poder. A premissa
padrão de ambição pessoal, é a busca pelo
poder. A da divisão é a disputa pelo poder, e
através dele, alcançar os resultados que lhes sejam
convenientes.
Maquiavel há muito tempo atrás sentenciou “em todo
conflito existem três componentes básicos – poder,
dinheiro e mulher”. Os três juntos, às vezes dois ou
um.