A busca
central de todo ser humano é a
felicidade. Fomos seres criados para ter, desfrutar, gozar, crescer,
cumprir nossos propósitos, suprir nossas necessidades e
finalmente alcançar a alegria de viver.
Em algumas ocasiões, atravessam nossas vidas pessoas
indesejáveis. São criaturas de
convivência
difícil, vencidas, que se atormentam com o sucesso alheio e
só transmitem energia negativa.
Os indesejáveis
costumam usar como estratégia para
manipular e paralisar os que vivem em paz e felizes, a culpa.
Que fazer? O propósito de sua vida é seu.
Só a
você cabe descrevê-lo ou defini-lo.
Decisão:
atenção zero. Proponha a você mesmo,
olhando para o
espelho, ser bom, saudável, se possível
excelente. Como
fazer? A decisão é sua, vive a seu lado ou na sua
mente,
caminha com você, hoje e sempre.
Os indesejáveis costumam usar como estratégia
para
manipular e paralisar os que vivem em paz e felizes, a culpa. Os
psicólogos estabelecem que a culpa é a
diferença
entre o que você fez e o que você deveria ter
feito, entre
o que você quer e o que você deveria fazer.
Em resumo, desequilibrar o emocional, como se a verdade fosse somente a
deles. Isto cresce nas mentes doentias, na medida em que viver com
culpa é viver condenado, constrangido, insatisfeito consigo
mesmo, sentindo-se vítima o tempo todo pela vida equivocada
que
construiu.
Na vida precisamos aprender a negociar seguidamente, não
estabelecendo litígios, tampouco cedendo direitos
legítimos. Eles nos pertencem. Para tanto, só
duas
palavras existem: sim ou não. Ambas definem e resolvem
qualquer
diferença nas relações pessoais.
Vivemos imersos em uma sociedade, somos seres sociais, precisamos
aprender a nos relacionar de maneira saudável. A negativa
é impossível, procure a
negociação que acha.
Este processo acontece desde o começo da humanidade, a
partir da
criação do primeiro homem, Adão, onde
a culpa e a
vitimização se inseriram no ser humano. A
primeira culpa
nasceu em Adão por ter obedecido a Eva e comido o fruto
proibido. Então, por culpa, Adão
começou a cobrir
seu corpo: passou a se esconder, já não podia se
mostrar
nu perante seu criador e estabeleceu o primeiro dilema: onde ficou a
capacidade de Adão de decidir se comia ou não
aquela
maçã? Foi Eva a culpada e Adão, a
vítima?
A partir daí o homem começou a definir culpados e
inocentes, vítimas e algozes, transformando uma vida de
livre
arbítrio em uma vida culpada, onde se impõe
sacrifícios, ritos e frustrações
desnecessárias, na verdade, privações.
Por fim, mirem-se no escritor Bob Mandel: Seu direito a ser
você
mesmo é diferente dos outros direitos. Não se
trata de um
direito que lhe tenha sido outorgado, vem com o
“pacote”,
ou seja, você. A vida é uma viagem que
começa e
termina com você.
Somos vítimas unicamente de nossas escolhas. A culpa
não
está no sentimento, mas no consentimento –
São
Bernardo de Claraval, Eclesiástico francês.