De nada
adianta planejar se não houver controle. Medir o desempenho,
comparar os resultados alcançados com os planejados e
decidir – se for o caso – por um realinhamento
é fundamental.
Avaliação está, portanto, associada ao
controle, uma das atividades essenciais da
administração: planejar, organizar, liderar,
executar e controlar.
O controle na verdade, começa com o esquema de expectativas
representadas pelos padrões e consiste em uma
série de passos, tudo condicionado no sentido de que o
desempenho real se amolde ao planejado.
Correm sempre para tentar
apagar incêndios, nunca para avaliar as reais causas dos
mesmos.
Um bom número de
empresas trabalha com processos inadequados. Como não podia
ser diferente seus resultados deixam a desejar. Tudo acontece no seu
ambiente ao acaso, e nenhuma organização resiste
desta maneira, daí um número exagerado
não suportarem cinco anos de existência.
Empresas pequenas têm dificuldades para definirem objetivos
claros e estabelecerem sistemas de avaliação de
desempenho. Correm sempre para tentar apagar incêndios, nunca
para avaliar as reais causas dos mesmos.
Outro número significativo desconhece a exata rentabilidade
dos seus produtos. Consequentemente, não trabalham a
possibilidade de abandonarem produtos de pífio desempenho
econômico-financeiro.
Existem também aqueles que não comparam seus
preços com os dos concorrentes. Tão pouco avaliam
custos de armazenagem e distribuição,
não analisam razões de
devoluções de produtos, eficácia da
propaganda, nem os relatórios de visitas de seus vendedores.
Muitas empresas trabalham inclusive, com relatórios de
controles imprecisos e avaliados quatro a oito semanas depois.
Na verdade um sistema de controle deve ser definido da seguinte
maneira: o que, como e quando. O que medir já
está definido no planejamento. Aconteceu ou não
aconteceu? Como medir, monitorização eventual,
por amostragem, contínua, regional, por produto, por grupo,
etc. Já o quando remete ao fator
freqüência.
Os controles são considerados eficazes quando forem:
econômicos, significativos, apropriados,
disponíveis no momento desejado, simples e operacionais. As
métricas financeiras são importantes,
porém restritas, por mostrarem resultados presentes e
passados, não às perspectivas futuras.
Neste sentido, merece consideração especial
participação no mercado,
participação relativa de mercado, posicionamento
do produto, satisfação dos consumidores, valor da
marca, percepção de qualidade.
São sugestões que levam ao bom caminho, ao
sucesso, lembrando ao finalizar o guru Kotler – o lucro
é subproduto das coisas bem feitas.