Ninguém consegue ser original ou criativo se não for
curioso. Nada se cria sem observação, caminho para
admitir a possibilidade de fazer mais fácil e melhor.
Excelente ilustração para entender criatividade fez Artur
Koester, autor de “o zero e o infinito”, ao afirmar ser a
criatividade um tipo de processo de aprendizagem em que o professor e o
aluno se acham no próprio indivíduo.
De toda sorte, há três maneiras de fazer as coisas: a
maneira errada, a maneira certa e a melhor maneira. O que deve ser
evitado é uma atitude de querer mudar tudo, de maneira
obsessiva, mesmo sabendo que ao se tentar colocar bom senso na
cabeça do obsessivo, ele dirá que é tolice,
imaginando que só existe uma verdade, a sua.
O exagero tem destruído relacionamentos pessoais e familiares, a
partir do instante em que a carreira passa a ser a prioridade
número um. Tenho que chegar na frente, sobrepujar os outros a
qualquer custo! Isto sucede a partir do momento que o sucesso
profissional for mais visível que o sucesso individual.
As lideranças nestas ocasiões são melhores quando
a visão é estratégica, a voz persuasiva e os
resultados tangíveis.
Se o conservadorismo é paralisante, a possessividade é
abominável, agressiva e destruidora do bom, da harmonia, do
construtivo, chegando às barras da traição.
Imagino que as sociedades conseguirão chegar a dias cuja
convivência seja calcada em jogo limpo, no amor ao
próximo, no respeito, na conduta ilibada, na liberdade, e, que a
seriedade seja marcante no comportamento das gerações
artomentadas e trepidantes dos tempos atuais.
Agir de acordo com as circunstâncias, não é o mesmo
que agir livre e de espontânea vontade. Circunstâncias
muitas vezes representam a decisão inteligente, todavia
distanciada da certeza, do direito e da vontade coletiva.

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