Define também onde a empresa pretende chegar num determinado momento do
futuro, por via de conseqüência, implica em processo de mudanças – do hoje até o
amanhã – portanto a missão é uma declaração estática.
A visão nos diz por que estamos fazendo algo e onde queremos chegar, enquanto a
missão nos diz como faremos para tal. Apesar dos conceitos emitidos, a visão
contenta uma declaração descompromissada. Necessariamente deve guardar coerência
com a missão, com as estratégias e com os recursos da empresa.
Um exemplo interessante, que ilustra muito bem, é a posição dos aliados na
segunda guerra mundial. A missão era vencer a armada nazista. A visão, contudo,
poderia ser descrita e definida como restabelecer a paz no mundo, a felicidade e
a integração entre os povos.
A visão guarda muito de abstrato. Pensamos nela como um ideal a que a
organização aspira chegar. Boas visões são fáceis de entender, por serem
simples, diretas e objetivas. Deve ter como papel importante criar uma imagem
compartilhada pelos colaboradores e funcionários de onde almeja chegar.
Uma vez definidos os parâmetros da visão, ajuda sobremodo definir a missão, e,
finalmente os objetivos mais pontuais de como chegar a ela.
Pena que geralmente existam minorias ortodoxas e contestadoras, deslocadas
totalmente do foco dos resultados. Esquecem que em toda organização permeia algo
a ganhar ou a perder, dependendo da aposta feita pelo conjunto. É preciso levar
em conta as carências e necessidades dos clientes, dos acionistas – que exigem
lucros e resultados – os funcionários e colaboradores, o mercado comprador e a
comunidade em geral.
O bom administrador é aquele que consegue equilibrar este conjunto. O resto é
conversa fiada.
Sustentabilidade, certeza e resultados significa o desejado!

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