Certa ocasião, vimos num parachoque de caminhão “sejamos como o sol
que não visa nenhuma recompensa, nenhum elogio, não espera lucros nem
fama, simplesmente brilha”. Há também um provérbio chinês, muito
oportuno de ser evocado “a mais alta das torres começa no solo”.
Definitivamente, a soberba nada constrói, por isto mesmo, não cuspa no
poço, amanhã poderás precisar beber água dele, diz o provérbio.
Nesta trilha, vem a bondade humana. O conceito de bom é relativo. Se um
atirador acertar outra pessoa de longa distância, podemos afirmar ser um
bom atirador, mas não necessariamente, um bom homem. Bondade, na verdade
consiste em amar as pessoas, mais do que elas merecem. Some-se a isto o
pensar de Lao-Tsé “para aqueles que são bons para mim, eu sou bom. Para
aqueles que não são bons para mim, continuo sendo bom, para fazê-los
bons”.
E os sacrifícios? Fazer mais que o previsto, mesmo perdendo. Marca.
Conquista seu semelhante. Ao abrir mão de algo, certamente haverá uma
recompensa maior. O outro se sente cativado e obrigado. É uma construção
bonita, ganhar pelo coração.
Que dizer da franqueza? Conquista e torna a outra pessoa confidente.
Estabelece uma relação de confiança. Ser franco significa dizer sempre a
verdade, e redundará num excelente relacionamento.
Sempre faça o correto. Isto agradará algumas pessoas e surpreenderá o
resto. Qualidade é o desejável pelos clientes. Mas, o que é qualidade em
um serviço? É sua integridade estrutural. Um sanduíche de um fast-food
pode trazer em algumas ocasiões mais satisfação que um prato sofisticado
de um restaurante de alto padrão.
O que extraímos do conceito acima? Exatamente que qualidade não é algo
absoluto e passa pela relação prometido-executado.
Na verdade, os clientes gostam mesmo é de certeza, segurança e conforto.

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