É comum existirem várias razões que justifiquem desacertos. A idéia de
equipes e sobrevivência caminharem de mãos dadas, deixa bastante a
desejar, na medida em que sobreviver nunca foi o suficiente.
Para alguns, “minha” equipe garante “meu” contracheque. Na verdade
camuflam seus fracassos e mediocridades. De toda sorte, nos afiliamos
essencialmente para sobreviver. O indivíduo isolado é solitário,
geralmente ineficaz e vive pouco. Preferimos uma maior aproximação, que
gostem de nós. Aprendemos uns com os outros, com isso poderemos realizar
tarefas complexas e enfatizarmos nosso valor individual.
Intuitivamente vivemos nos comparando uns aos outros. Ser social, no
fundo significa um processo de benchmarking pessoal.
Sendo assim, o que esperamos dos outros? Afeição vem em primeiro lugar. É
difícil considerar que pessoas que vivam sem nenhum tipo de afeição,
estejam vivendo. Segundo, carecemos de afiliação, do sentimento de
pertencer a alguma organização ou associação. Em seguida, o
reconhecimento. Sem ele a vida se tornaria realmente algo superficial.
Precisamos trocar idéias. É a mais singular, fácil e rápida maneira de
aprender com outras pessoas. Sem ela viveríamos seguidamente reinventando
a roda. Não podemos deixar fora deste contexto, a valorização pessoal.
Intuitivamente vivemos nos comparando uns aos outros. Ser social, no fundo
significa um processo de benchmarking pessoal.
Quem se isola, corre também o risco de um acúmulo sensacional de estresse,
ser remetido ao ostracismo, posição escolhida por ele próprio. De repente,
é marginalizado no que diz respeito a informações, sua credibilidade
torna-se vulnerável, de forma que ninguém quer trabalhar com ele,
tornando-o pária.
Considerações feitas, vamos aos fatos. Necessidades mal combinadas,
geralmente encaminho seguidores trabalhando com agendas pessoais,
trabalhando com propósitos diversos. Metas confusas, objetivos embolados,
resultando em falta de conhecimento do que fazer além de metas que não
fazem sentido.
Tomadas de decisões ruins, algumas vezes corretas mas com ações erradas.
Conflitos de personalidade, ocasião em que os membros da equipe não se
entendem. Papéis mal definidos, enorme desperdício de energia.
Falta de confiança, onde os integrantes da equipe são incapazes de se
comprometer com ela. Traz a reboque uma falta de vontade de mudar, a
equipe sabe o que fazer, mas não faz.
Por fim, quando o problema é a própria liderança, geralmente ocorre com as
seguintes características: timidez, incoerência ou incompetência.
Possivelmente a mais grave, onde só existe uma única solução,
substituí-la.
As lideranças passam, as organizações ficam!