São pessoas fazendo corretamente – algo – juntas. O detalhe relevante, é
que o “algo” que a equipe faz, não é o que torna uma equipe. A
singularidade pertence ao “juntas”.
O Japão saiu da segunda guerra mundial destroçado, estavam sem
infra-estrutura, sem dinheiro e sem computadores. Possuíam, contudo, uma
equipe com uma ética exaltada. Eram pessoas motivadas para trabalharem
juntas, com visão e paciência para traçar uma estratégia e colocá-la em
prática.
Seria um just-in-time aplicada à estrutura organizacional, ancorado
no princípio de que nada pode ser desperdiçado.
Elevaram a carga de trabalho semanal, precisavam aumentar a produtividade
e exigiram cada um de si próprio o máximo. Cada trabalhador, em cada
função, em todos os níveis tornava-se parte da equipe da empresa. Todos
visavam melhoria contínua dos processos. Nenhuma idéia era considerada
menos valia, nenhum trabalhador, insignificante, o que importava era a
participação. Para eles as pessoas são importantes e precisam ser
respeitadas e aproveitadas.
A palavra chave do pensamento nacional foi de mudanças, especialmente de
pensamento, da velha pirâmide hierárquica para o ideal do trabalho em
equipe. Cargos foram eliminados quando avaliados e considerados
desnecessários, dinheiro economizado e as vantagens começaram a aparecer.
Equipes aumentam a produtividade, cresce o índice de certeza. Como
participantes, mais próximas da ação e do cliente, elas podem ver
oportunidades para melhorar eficiências que a gerência convencional
certamente passaria despercebida.
Equipes melhoram a comunicação. Uma equipe entrosada, seus membros estão
envolvidos no seu próprio sucesso, daí intensificarem o foco na tarefa
presente. Basicamente compartilham informações e delegam trabalho.
Com isto conseguem realizar tarefas que grupos comuns não conseguiriam
realizar, basicamente pelo número de conhecimentos que serão exigidos para
uma única pessoa.
Os recursos são mais adequadamente alocados. Geralmente direcionados para
resolução dos problemas. Seria um just-in-time aplicada à estrutura
organizacional, ancorado no princípio de que nada pode ser desperdiçado.
Equipes são mais criativas e eficientes na resolução de problemas.
Geralmente cursam com decisões de alta qualidade. Boa liderança, parte do
bom conhecimento. A essência, conhecimento compartilhado, secundada por
liderança compartilhada.
Trazem consigo também processos melhorados e com eles, melhores produtos e
serviços.
Deixo como recado final: é de suma importância, aprender quando equipes
não estão funcionando, ocasião em que possivelmente algo deve ser mudado,
pessoas ou processos, para que as equipes ostentem o potencial desejável.