Toda decisão de agir é intuitiva. A grande celeuma é migrar da posição de
esperar ter feito a coisa certa, para a de confiar ter feito o desejado.
Isto significa passar da esperança para a confiança, e, com certeza,
aumentar a produtividade e a velocidade. Todo programa que envolve decisão
tem riscos e custos envolvidos, mas esses são muito menores que os riscos,
se levarmos em conta um prazo dilatado de inércia confortável.
Um bom gestor não humilha nem se vinga de ninguém. Perderia a
condição para exercer a liderança.
Um líder precisa assumir riscos, todavia é preciso saber se há condições
práticas de transformar essa oportunidade em realidade, daí a sabedoria
universal orientar “pense como um homem que age e aja como um homem que
pensa”.
A grande arma da atualidade é adotar um processo contínuo de capacitação,
que enseje o grande plus, capital intelectual atualizado, dominador das
novas realidades e exigências, afinal, os ventos e as ondas estão sempre a
favor dos mais hábeis navegadores.
A sabedoria oriental ensina que conversa fiada não cozinha arroz, é
preciso proatividade, daí, ser fatal em qualquer guerra, vontade de
vencê-la, afinal a concorrência existe e não relaxa.
Um homem com coragem faz maioria. Coragem moral significa que você faz o
que acha certo, sem se incomodar com o efeito sobre si mesmo. Quando as
coisas dão certo, os outros devem ganhar o crédito. Se derem erradas,
assuma a responsabilidade, aceite a culpa. Um líder autêntico assim se
comporta.
Ao pensar poder e sucesso, adquiri-lo não é suficiente. Fundamental é
aprender a usá-lo. Carregue estas verdades para as negociações, o seguinte
critério, ganhar com a outra parte, nunca as custas dela.
Um bom gestor não humilha nem se vinga de ninguém. Perderia a condição
para exercer a liderança. Quem humilha, arruma um inimigo perigoso,
principalmente se a humilhação for pública. Quem planeja vingança, cava
dois túmulos: um para a vítima, outro para si próprio, ensina a sabedoria
popular.
Como recado aos dirigentes diria: as pessoas tendem a respeitá-lo pelo
poder que você tem. Verifique, contudo, se o poder é seu ou do seu cargo.
Observe também com cuidado, para não confundir seu poder com o poder da
empresa. Lá na frente poderá descobrir que é um simples mortal.
Não espere de um executivo pieguice. Ele ocupa o cargo para fazer o que
tem que ser feito. Seguindo o conselho de Teodoro Roosevelt, seja tão
prático, quanto generoso em seus ideais; conserve os olhos nas estrelas e
os pés no chão.