Sintonia com o mercado ou a capacidade de gerar clientes e retê-los, via satisfação conferida.
Com pertinência ou não, no mundo dos negócios e fora dele, marketing é uma
palavra bastante usada. Muitas pessoas já se pronunciaram a propósito,
vendo de diferentes maneiras, com racionalidade, alguns como palavra
mágica, capaz de resolver todos os problemas.
De uma maneira simplificada poderíamos afirmar tratar-se da sintonia com o
mercado ou a capacidade de gerar clientes e retê-los, via satisfação
conferida.
E quem seria o marketeiro, aquele profissional do marketing? O verdadeiro
homem de marketing, além de praticá-lo claro, precisa gostar com paixão do
que faz, posto que lida na essência com a sensibilidade das pessoas, única
maneira de perceber desejos, vontades e necessidades. Quando atingem esse
clímax, sentem prazer pelo que fazem e fazem cada vez melhor.
Para Teodoro Levitt, o primeiro negócio de todo negócio, tem como
fundamento permanecer no negócio. Esta situação é garantida pelos
consumidores conquistados e cativados. A Siemens tem uma máxima de
estímulo para seus colaboradores que diz assim: a qualidade é boa,
satisfatória, quando os clientes voltam e os produtos não.
O saudoso Comandante Rolim, o homem da TAM, fundamentava em conforto,
comodidade e economia de tempo do passageiro. A TAM ganhou bastante
espaço. Há quem entenda como motivar os colaboradores a fazer melhor,
prática conhecida como endomarketing.
O mestre Petter Drucker sempre afirmou que a tarefa primeira e decisiva de
uma empresa é coaptar consumidores. O segredo seria conhecer e compreender
esta figura famosa – o cliente – de tal sorte que o produto ou serviço
atenda na plenitude o desejado, venda-se sozinho.
Uma atenção especial - para produto ou serviço que não presta – não existe
milagre. Outra vez o guru Petter, soberano vaticina: marketing é o negócio
enxergado pela ótica dos resultados, cujo sucesso ou referência é atestado
pelo consumidor.
Outra faceta decisiva: o foco deve residir nas necessidades do comprador -
consumidor, nunca nas necessidades do vendedor, estes geralmente
interessados em converter produtos ou serviços em dinheiro.
Atualmente pode ser definido como um norte da administração, baseado num
entendimento de que a tarefa primordial da organização é cooptar as
necessidades, desejos e valores – às vezes criá-los - de um mercado visado
e capacitar a empresa para oferecer o pretendido, de forma mais efetiva e
eficiente que seus concorrentes.
Toda atividade mercadológica, portanto, está vinculada às necessidades
humanas. É preciso sensibilizar, senão, mesmo produto bom, não será
suficiente para ganhar receptividade. Não esquecer do compromisso, os
consumidores precisam ter facilitadas suas decisões e opções para comprar.
Quem vence a acirrada disputa mercadológica, de certeza, são as empresas
cujas decisões estratégicas estejam miradas no consumidor, no mercado e na
concorrência.
