Viver em estado de autenticidade, é encontrar-se sempre, lado a lado com a verdade.
Viver em estado de autenticidade, é encontrar-se sempre, lado a lado com a
verdade. É viver em todos os momentos com liberdade no pensar e no agir,
um livre arbítrio, com a mais irrestrita capacidade de decidir a propósito
de si próprio.
O que seria autenticidade? Qualquer coisa que não seja concebida e
estruturada para fins específicos; qualquer coisa que não seja controlada
ou qualquer coisa que exista por si só, que assuma sua própria forma.
No mundo atual, a grande maioria do que acontece é cercado de algo
espetaculoso, que intensifique seus efeitos, tudo é organizado ou plantado
para atingir algo previamente definido.
Nada, portanto, é natural, espontâneo, autêntico.
Nos negócios a própria liderança fica na dependência de conquistar
conceito de autenticidade, neste momento representada pela adequação ao
prometido, verdadeiro reforço a sua auto-imagem.
Também confere valor e referência, o que amplia a autenticidade,
disponibilidade, entendida com acesso ao suprimento acessível, com custo
razoável e uma qualidade superior, antecipadamente prometida.
Em contrapartida, a coisa mais cansativa deve ser representar em todos os
momentos, aparentar o que não é verdadeiro. A recomendação é de que seja o
que é você e diga o que você sente, pois aqueles que não se interessam não
se importam e aqueles que não se importam não se interessam.
Quem não valoriza autenticidade, prefere levar vantagem sempre, talvez
nunca tenha lido Alfred de Vigny ao afirmar a vida é demasiada curta para
perdermos uma parte preciosa dela fingindo.
Outra virtude que claudica ao faltar autenticidade é a sinceridade. Ao
representar ou fingir, se procura demonstrar parecer ser, passa a viver em
estado de mentira, perde a fé e a confiança, perde também o discreto como
base de sua personalidade.
Quando você fala sempre a verdade, será sempre um autêntico, não precisará
se lembrar de nada.
