O caráter poderoso é projetado pela imagem vendida, a qual procura substituir o raciocínio e a lógica pela sedução ou engodo.
A formulação política deveria albergar lógica e realidade. Na verdade, tal
fato não sucede, por conta de objetivos ocultos, que não podem ser
revelados e constituem a parte obscura do processo, conhecida de poucos.
A prática mais adotada é a da sedução. Cria-se o discurso politicamente
correto, aquele capaz de sensibilizar os incautos, envolvê-los na
proposta, mesmo que a verdade passe muito distante.
Inovador e salvador da pátria, sem, contudo declinar os meios, os
caminhos, basicamente palavras e argumentos duvidosos que procuram
sustentar a todo custo pretensões não reveladas.
Em todos os casos, o caráter poderoso é projetado pela imagem vendida, a
qual procura substituir o raciocínio e a lógica pela sedução ou engodo.
De repente, o imediatismo desenfreado como solução acontece, esquecidos
que há princípios e doutrinas morais a respeitar. Até patrulhamento
ideológico, tão negado e rechaçado há algumas décadas é exercido, em nome
de um antagonismo individual ou grupal.
Fiquem com o discurso de resultados, provado, vencedor e conhecido.
Mirem-se no passado visível ou palpável, nas pessoas e suas decisões, onde
residem os reais indicativos de caminhos saudáveis.
Sedução inclusive é amoral. Significa má fé, artifício para enganar,
autentica fraude moral, abuso da emoção alheia, com objetivos de conseguir
decisões comportamentais diversas, podendo levar ao dano ou prejuízo,
distorcendo sua opinião no debate e no voto.
Na saúde a Unimed merece a maior atenção por ser a autêntica Catedral do
Médico, guardiã do seu trabalho, seu maior bem, pelo caráter humanístico
que encerra sua prática.
O homem deve ser sempre o objetivo, a finalidade da política e da
economia. Diferente disto, não desenvolve nem inclui socialmente ninguém.
