Surge o novo, o processo é muito
dinâmico, precisamos recepcioná-lo, aprender a conviver com o mesmo.
As ações criativas são constantes da vida cotidiana. Com elas surgem novas
expectativas, novas necessidades.
O propósito reside em fazer diferente, de fazer melhor, de aperfeiçoar, de
competir para ganhar. Nestas premissas reside o desenvolvimento, o
crescimento da qualidade que ensejará certamente o bem estar coletivo.
A vida tem a cor que você pinta. Agradável e promissora, cheia de
felicidades ou tediosa. O ideal é que se viva o presente, tendo o passado
como experiência, aproveitando o que continuar verdadeiro, olhando para
frente, pavimentando o futuro.
Destaques existem e o tempo é um deles. Num mercado de muita disputa, o
tempo importa bastante, daí a sabedoria popular nos ensinar “podemos
matá-lo, mas ele nos enterrará também”.
É preciso objetividade. O amanhã chegará quer estejamos preparados ou não.
A advertência reside no senso de oportunidade para fazer acontecer, pois
quem não assume a ação efetiva quando pode, mais tarde poderá querer e não
poder.
Surge o novo, o processo é muito dinâmico, precisamos recepcioná-lo,
aprender a conviver com o mesmo. Pode ser tendência ou modismo, todavia
não deixarão de existir se forem ignorados.
Fatos, acontecimentos, tendências são coisas teimosas, repercutem. De nada
adianta se brigar com a realidade. Podemos escolher o que semear, mas
seremos obrigados a colher o que plantamos, diz um provérbio chinês.
Por tudo isto é preciso vontade e decisão, no momento certo, afinal o dia
só amanhece para quem está desperto, de olhos abertos, vibrando,
acompanhando o exato ritmo de competição da vida cotidiana.
Quem imaginar diferente, certamente não se dará bem. Mesmo as grandes
instituições, cujos compromissos são bem maiores, terão que se alinhar
também, até porque matar um elefante é fácil, difícil é remover o cadáver.
