Apesar de não ter forma nem
substância, ainda assim, confere poder as nossas ações.
A confiança é o intangível definitivo, motivo de conquista, algo conferido
por outra pessoa.
Apesar de não ter forma nem substância, ainda assim, confere poder as
nossas ações, na medida em que influencia nosso comportamento, como se
fosse algo palpável.
Fato real é que precisamos construir um mundo mais previsível, motivo
certamente de uma cooperação recíproca entre as pessoas, que fundamente o
planejamento de nossas ações.
As sociedade civilizadas partem dos princípios da previsibilidade e da
confiança, condições que evitam a anarquia e o caos. Viver em estado de
desconfiança, sem acreditar, leva a uma atitude permanente de medo,
paranóia, ineficiência, até mesmo inércia.
A confiança ou a falta dela, é inerente a toda ação e afeta tudo que
fazemos. Compõe a cena dos relacionamentos interpessoais, do sucesso nos
negócios e da estabilidade dos sistemas políticos.
Onde há confiança há crescimento, ampliação dos negócios, satisfação dos
funcionários com baixa rotatividade e maiores margens de lucro. Até o
custo da produção é influenciado. A confiança leva a troca de informações,
interação no conjunto, aceitação de críticas, com substancial redução de
atitudes defensivas.
Os atritos diminuem bastante, aumenta a produtividade e estimula o
crescimento.
Confiança é crer na integridade da outra pessoa. Tom Peters, imagina que o
essencial para administrar qualquer empresa é ser capaz de cuidar, ouvir,
confiar, respeitar e ter dignidade.
Confiança se ganha, uma vez perdida é difícil recuperar. Para Gordon Shea
“é um ativo, dinheiro no caixa de qualquer cidadão ou organização”.
