Perdemos a espontaneidade de viver,
ganhamos competição e estresse.
A percepção governa o mundo. Ganha a competição aquele que consegue
perceber o que os outros não conseguem.
Enxergar contemporaneidade, cenários, realidades e processos de adaptação,
constitui as bases do correto posicionamento futuro. Tivemos fantásticos
avanços tecnológicos, a memória remota assusta com seus argumentos
precisos. A informação é farta e fácil, em tempo real. Os meios de
transportes ofereceram destaques dignos de nota, as distâncias encurtaram.
O padrão de vida cresceu em boa parte do mundo. E a qualidade de vida?
Ainda existem muita miséria e fome no mundo. Mortalidade infantil
envergonha. Resolução para algumas doenças ainda não encontramos. Perdemos
a espontaneidade de viver, ganhamos competição e estresse.
A inovação e a criatividade tornaram-se fundamentais em toda a atividade
humana. Darwin identificou mutações genéticas espontâneas que significam
adaptações e vantagens competitivas a três/quatro décadas.
O debate atual é o uso de transgênicos na alimentação e células-tronco
humanas para correção de algumas patologias. A obviedade nos remete a uma
aprovação de ambas. Pensar no efeito mercantil no primeiro caso e numa
discussão ética no segundo é negar a evolução da própria humanidade, a
ciência e a bondade humana.
Einstein disse “os problemas que enfrentamos hoje não podem ser resolvidos
pelo mesmo nível de raciocínio que os criou”. A prótese de madeira, a
cadeira de rodas, a perna mecânica, as células-tronco , isto significa um
ganho humanístico e científico imensurável .
Nunca foi tão importante abertura a novas idéias e desejar com sinceridade
evoluções concretas, abandonar posturas rígidas e nos tornar mais
adaptáveis e flexíveis.
