O homem cobiça mais que sente
necessidades. A noção de necessidade é solidária com bem estar na mística
da igualdade.
A evolução das sociedades nos últimos anos foi bastante significativa.
Modificou as ati-tudes, notadamente nas maneiras de ser e de agir. O nível
de conhecimento e habilida-des, também.
Isto aperfeiçoou o debate e obrigou a maior responsabilidade, pertinência
e foco. So-fismar não cabe. Simular desconhecer o óbvio é uma estupenda
tolice, equivale a dar as costas às realidades.
A prepotência é uma atitude reprovada e perdedora. Negociar é decisivo,
daí a certeza de que só se con-quista o que se negocia, como também, não
lhe da-rão mais do que você pediu. É da natureza humana.
A sustentação das sociedades passa pela franqueza, honestidade nas
proposituras e concessões recíprocas. Gera confiança. Integra e consolida.
Toda atividade humana nasce do desejo. O homem cobiça mais que sente
necessidades. A noção de necessidade é solidária com bem estar na mística
da igualdade. Alexandre Herculano, todavia, diz que o desejo mede e pesa
os obstáculos, a vontade vence-os.
Em toda disputa, o fato de vitórias e derrotas, estabelece condições para
cada lado bas-tante interessantes. A opção assumida, portanto, gera
conseqüências e estes resulta-dos precisam ser avaliados e não
obscurecidos.
O vitorioso geralmente assume uma atitude mais conservadora, de garantia e
proteção a posição conquistada. De certo, considera a fórmula do sucesso.
Para que mudar?
O derrotado precisa saber porque não deu certo. É imperioso não repetir os
erros, para não cair nos mesmos equívocos. Suas lógicas não se
materializaram, não foram assu-midas nem aceitas. É preciso reavaliar!
