Um líder ensina cooperação. A força
da ação solidária, a maneira ideal para o ganho coletivo.
Quem conhece melhor um trabalho é aquele que o executa. Certo fica também
que o fato do envolvimento direto, faça com que tenha orgulho do
resultado. São argumentos simples, lógicos, reais e conseqüentes,
sustentados obviamente por habilidades.
Sabemos, contudo que na vida nada é definitivo e a história rebuscada
mostra em algumas oportunidades resultados não desejados. A empresa
moderna enxerga delegação de poder como questão vital.
Conviver com seus clientes, sentindo suas necessidades e carências,
compromisso efetivo, entrega do prometido, de maneira fácil e correta,
eleva a produtividade, impulsionando a competitividade. Tudo isto é
facilitado pelo maior número de funcionários possíveis envolvidos.
A essência da delegação é de que se trata de uma construção coletiva, que
passa pela criação de condições internas favoráveis que quebrem paradigmas
e hierarquias, beneficiando o cliente, afinal, ninguém bate palmas com uma
mão só. Delegação, no entanto não é transferir obrigações,
responsabilidades e depois largar. É preciso acompanhar e apoiar nas
dificuldades.
Delegar é incentivar e fazer seus funcionários se envolverem nas
atividades e decisões. Criar compromissos. Garantir a oportunidade de
demonstrarem suas criatividades, novas idéias e as chances de
aproveitá-las.
Nem tudo é fácil. Há um componente importante no processo. Aceitação.
Existem pessoas que se limitam às obrigações. Outras fazem o que mandam
fazer, nada além. Na verdade tudo acontece por intermédio daqueles que tem
vontade e determinação, fogem do lugar comum.
Um líder ensina cooperação. A força da ação solidária, a maneira ideal
para o ganho coletivo. A sabedoria popular, mais uma vez presente, nos
ensina verdades incontestáveis “muitas mãos tornam o trabalho mais leve”.
Delegar poder é uma das trilhas do sucesso empresarial contemporâneo.
