Barack Obama o muçulmano, presidente dos E.U.A,
simpaticamente recebe, com honras, o Presidente do Brasil. Luis Inácio
Lula da Silva. Para nós, o Lula, Lulinha, entre outros "inhas" que os
brasileiros o chamam carinhosamente.
Porém, mais contundente e objetivo foi ele, que "tascou", logo de cara, no
primeiro encontro com nosso presidente: This the man! (Traduzindo: Esse é
o homem! O cara, como cumprimentamos a quem gostamos). Isso foi humilhante
para nós brasileiros, posto que, nunca dissemos a ele, Lula nove dedos.
Que ele é o cara! Pecamos, portanto!
Ajimos apenas, como se tivéssemos um guardião dos dissabores que o povo
brasileiro passa. Um salvador que conquista heroicamente a garantia da
sobrevivência dos mais pobres brasileiros. E mais, educa nossos filhos,
com bolsa escola, os tirando do trabalho escravo e até doméstico, ou
caseiro. E garante ao educador, um futuro mais isolado da tecnologia, já
que não existe no país, bolsa professor.
Afinal, porque não dissemos assim com ele, como disse Obama? Porque nunca
o elevamos na linguagem pop que Ele é o cara? Estamos sendo egoístas, em
agir-mos assim? Ou senão porque, nós brasileiros, irreverentes que somos,
estamos perdendo nossa educação?
Barack, o muçulmano, nos dá um legítimo atestado de que estamos perdendo
nossa irreverência harmônica, com os nossos políticos e, mais ainda, não
sabemos reconhecer de verdade o político que temos, vez que dantes, nunca
pronunciamos, que na política brasileira nós temos "o cara". Se bem que
diariàmente no Brasil, essa expressão é bem conhecida.
Em reconhecimento a expressão do mandatário dos Estados Unidos. Nosso
Presidente, agora "o cara", mundialmente famoso, como ficou conhecido,
mostra sua condição de "chic", humilhando o F.M.I., mesmo com gentis
palavras. Porém, agradando aos norte-americanos com grande soma em real,
dinheiro dos brasileiros, convertidos em dólares, na tentativa de que
nosso país assuma? Ou postule... Um lugarzinho ao lado dos mais ricos?
Bem... Sabe-se que lá, não se aceita ou dão-se esmolas, ao contrário do
Brasil.
Aqui, nós aceitamos de bom grado, pois nossa carência educacional é grande!
