- Meu caro James Bond, acione o Plano B e cumpra a
missão!
Na ficcção cinematográfica, ou nas cenas de ação dos filmes de
Super-Heróis, bem como nos desenhos animados, o Plano B está pronto para
ser usado em qualquer momento que se faça necessário. E sempre tem dado
certo!
Na vida real da política brasileira, temos o nosso Super-Herói, que tem um
Plano B. Plano este, que alcança o desempregado brasileiro. Aliás! Você
sabia que o Plano B já existia para essa classe? Só que era desconhecido
por quem o criou. Tinha outro nome: Seguro Desemprego.
Esse Plano B virá mais turbinado. Mais amplo e consistente, para garantir,
por quase um ano, precisamente até dez meses. Pasmem...! Uma estabilidade
financeira ao trabalhador, que ora tenha perdido o seu emprego.
O Plano B: O trabalhador brasileiro que perde o seu emprego percebe 5
parcelas, de um salário compatível com um percentual, de acordo com seus
últimos vencimentos. Podendo atingir um salário mínimo, ou, pouco mais.
Não já é, um Plano B?. Claro que é! Diria qualquer cidadão, beneficiário
ou não, deste sistema, que garante a segurança e tempo, para se ir buscar
um novo emprego. Porém ... Não será mais assim! Alguns índices serão
observados daqui pra frente.
Antevendo a crise financeira nos Estados Unidos, atingindo, naturalmente,
os países emergentes, como o Brasil. Eis que... Não mais que de repente...
Surge, encoberto com uma capa verde, amarelo e branco, o Super-herói
(real), trabalhador, defensor dos menos favorecidos com o seu Plano B.
Trocando em miúdos: Se o desemprego atingir em massa o nosso país. Se? ...
Não ache graça...! Se cair o poder de compra da população. Se? ...Não ria?
Se o comércio não estiver vendendo mais. ...???... Se as indústrias não
estiverem fabricando mais. ...???... Se o sistema financeiro não estiver
emprestando mais dinheiro. ...???... Se o sistema mobiliário, não estiver
construindo e vendendo. ...???... Bem! Além de outros fatores que abalem a
economia nacional. Tal como, de prioridade do plano, o desemprego atingir
um patamar, (não sei os índices necessários, desculpem), que eles
considerem, acima do normal. - Aí sim, entra a salvação, entra o já
difundido pelas lideranças políticas, o nosso Plano B.
Nem o próprio Barack Obama (cassado como muçulmano), mesmo ainda para
assumir o governo norte-americano, teria pensado como criar um Plano B.
Quanto mais George W. Bush, que passou oito anos, sem um. Esse não foi
herói, faz parte dos folhetins, e só usou seu Plano A - Aniquilação.
Penso muito e às vezes me choco com minhas linhas da razão e da paixão que
tenho por meu País, e me questiono: Será que esse herói, lendário
sindicalista, persistente na busca do poder para melhorar nossa situação,
teria outros planos? O "C" - Cooperativismo de produção alimentar. O "D" -
Desenvolvimento sustentável da agricultura e da produção agrícola. O "É" -
Erradicação das mazelas deploráveis ao país (violência, doenças, dengue
etc). O "F" - Fomentação de novas indústrias no nordeste brasileiro (lar
dos seus conterrâneos), que geraria milhões de empregos e por aí vai!. Dá
um alfabeto inteiro! .... rsrsrssr... Sonho demais. Não é gente? Talvez
não seja sonho, talvez até, já existam demais planos. Eu, cego, não os
vejo!
Bem, senhores comerciantes, financistas e industriais é hora de usarem
seus planos, o "M" ou "D", é só apressarem seus propósitos, posto que, aos
olhos da recessão, vocês, M - matadores, ou D - demitidores, também serão
heróis.
Quanto aos brasileiros e brasileiras, que estão prestes a perder o
emprego, dez meses serão suficientes para recuperarem um ou tro. Será...?
Bem... Não questionemos! Se em cinco meses o plano funcionou bem, com o
retorno garantido ao emprego, imagina com dez. (Me lembra uma bolsa, a
família, que deve funcionar muito bem. As crianças estudam ...???... e
seus pais ... trabalham... ???...)
Nosso herói é de(z)mais... Não? Não saiu da ficção...
Que pena! Vou continuar com o Homem Aranha, Superman, Batman e tantos
outros. Eles têm o Plano "B" que sempre dá certo.
